
O que neste mundo pode mover uma criaturinha de dez anos de idade a ler mais de três vezes a história de Emília no País da Gramática (no calhamaço embolorado do pai), a se deliciar com as aulas cabeludas de sintaxe da quarta série e a se interessar por todos os textos do livro didático de português antes do começo de cada ano letivo? Isto se chama: vocação. Além de apaixonada pela língua portuguesa e voraz devoradora da obra infantil de Monteiro Lobato, descobri o francês aos onze anos, no colégio, e não o larguei mais: nove anos de Aliança Francesa, quatro de Faculdade de Letras (UFRJ), três de mestrado. Em 2003, o doutorado... e muita vontade de continuar. |